domingo, 24 de julho de 2016

Panini traz Dr. Slamp, Sakamoto Desu Ga e Yo-Kai Watch 


Por: Hds

Durante o último Anime Friends, a editora Panini divulgou três novos títulos pelo selo Planet Manga.


O primeiro mangá é Dr. Slump, o primeiro quadrinho a fazer sucesso de Akira Toriyama. Ele conta a história da uma menina chamada Arale e seus demais amigos e moradores da Vila Pinguim, incluindo Sembe Norimaki, o "Dr" de Doutor Slump. A série tem 18 volumes e, por enquanto, não trouxeram mais informações sobre papel, preço e periodicidade. 

A revista não é o primeiro trabalho do autor, mas foi ela que o projetou para a fama e também é conhecida por ser bastante engraçada e sem-noção, algo que anda em falta hoje em dia. Precisamos de mais títulos leves e livres de patrulhamento "bem-comportadinho". O mangá tem roteiros e desenhos de Toriyama e será uma ótima pedida para o público infantil, para o público adolescente e para o público adulto também, pois, se você está crescidinho e gosta de dar risadas, não precisa fingir que não gostaria de ler algo assim só pra posar de "adulto sério". 

Obs: Se alguém acha que eu deixaria passar que este título foi posto em bancas em meados de junho de 2002 (putz! faz tempo, heim?) pela saudosa/deplorável editora Conrad, e depois cancelada no número catorze: está enganado. "Ah! mas você pega no pé demais, Hds! a Conrad lançou até o número 14 de uma série de 18 volumes". É mesmo? Só que existe um pequeno detalhe: Dr. Slump, pela Conrad, foi trazida ao Brasil em meio-tanko, ou seja, metade de um volume japonês! Isso significa que para ser concluído, o mangá deveria ter  36 volumes e 3 anos de publicação!

Vou esperar por mais notas da editora que confirmem preço e qualidade de Dr. Slump para poder soltar um #chupaconrad! com mais satisfação.


O segundo mangá é Sakamoto Desu Ga que conta a história de Sakamoto, o rapaz mais inteligente de sua classe. Ele é perspicaz, tem um raciocínio aguçado e é admirado por todos. Depois de Light Yagami, de Death Note, se tornou comum ver tipos superinteligentes, melhores alunos do Japão, e capazes de resolver problemas complexos. Não quero dizer que este mangá seja de nicho, quero apenas ressaltar que, talvez esse tenha se tornado uma espécie de estilo. O quadrinho é de Nami Sato e terá 4 volumes.


O terceiro mangá é Yo-Kai Watch. Tem desenhos e roteiros de Noriyuki Konishi e está previsto para agosto.

Keita Amano é um garoto que encontra uma maquina de bolinhas colecionáveis (gashapons, no Japão) e resolve jogar. Um Yo-kai chamado Wisper aparece e lhe dá um relógio que o permite enxergar e aprisionar criaturas invisíveis que provocam problemas aos demais humanos.

Yo-kai Watch é um mangá baseado num jogo de 3DS de sucesso e não fica difícil imaginar em que estilo ele se encaixa. Vai na mesma linha de Pokemon e seus inúmeros derivados. Uma boa ideia da Panini ampliar seus títulos voltados para o público infantil, já que o mercado anda super-lotado de shonens para adolescentes e adultos. 



quarta-feira, 20 de julho de 2016

Aviso aos leitores: Tenham cuidado com a "Matemática da Panini"!


Por: Hds

O que fazer em tempos de pouco dinheiro e muitas revistas? Fácil, menos impulso e mais planejamento!

Já chamei a atenção para o fato de que estamos atravessando uma fase terrível em textos anteriores. A economia está péssima, e mesmo que você deteste este assunto, acaba sendo afetado por ele de qualquer maneira. 

Por isso, a atitude mais natural para um leitor que se preocupa com seu dinheiro, é ter cuidado e não sair levando qualquer quadrinho em qualquer condição proposta pelas editoras.

Já ouvi se falar bastante na "matemática Panini" para explicar porque o leitor vai levar menos e pagar mais. Afinal de contas, toda vez que ela vem com alguma conversa sobre "revolução editorial", os nossos pobres salários acabam pagando o pato! Sendo assim, vamos dar uma olhada de perto nos preços que andam sendo cobrados pelos volumes encadernados e avaliar se estamos mesmo saindo na vantagem.

Este texto tem a clara intenção de instigar o consumidor de hq's brasileiro a tomar medidas simples, na necessidade de avaliar cuidadosamente o custo/benefício em suas compras. Vou tomar como exemplo somente algumas revistas da Panini, mas é evidente que o raciocínio é válido para todas as editoras!

Um bom exemplo de discrepância está no preço de capa da série Invisíveis. O primeiro volume teve 236 páginas, o segundo teve 208. 28 páginas à menos pelo mesmo preço de R$25,90, o que já daria para incluir mais uma história, visto que o padrão de uma edição americana é de 22 a 24 páginas. Lembrando que, mesmo quando a Panini lança um volume com mais de 200 páginas, ela costuma não inclui extras em todos eles.

Com os volumes 4, 6 e 7, ocorre uma coisa curiosa: todos eles custaram R$23,90, mas houve um decréscimo respectivamente de 188, 164 e 148 páginas! Ou seja, os leitores pagaram o mesmo preço para que o segundo volume perdesse 24 páginas e o terceiro 40! Espertinha heim, dona Panini?

Falar de um título como Miracleman pela Panini é chutar cachorro morto, mas vamos analisar este caso. Da edição 2 até a 15 a revista custou R$7,50. Teve 52 páginas, o que daria uma média de duas histórias por edição. Mas a editora encheu a revista de extras inúteis na tentativa de justificar o preço. Você pode até dizer: "Ah!, mas o papel é off-set, melhor que o pisa brite". É mesmo? Então vamos comparar com outra edição como a Espetacular Homem-Aranha, que custa R$8,70, mas tem 68 páginas e vem com papel LWC. E diferente de Miracleman, que veio cheia de lixo fazendo peso na revista ao invés de histórias, Espetacular Homem-Aranha tem três histórias e papel de qualidade. Na prática, você paga R$1,20 à mais para ter o miolo da edição ocupado com histórias (que é o que interessa) e não artes originais dispensáveis e historinhas velhas e abobalhadas!

Outro detalhe que venho notando é a diferença de preços de uma edição mensal e dos encadernados da Vertigo, DC e Marvel. Existe uma desvantagem notória, que a maioria dos leitores deixam passar despercebida. Pegue uma edição de 148 páginas como a Sombra do Batman, que tem papel pisa brite e é vendida por R$17,20. E compare com o Batman de Gene Colan (com 1 mês de diferença) que possui apenas 140 páginas. Paga-se R$6,70 à mais, por duas histórias à menos! O papel do Batman de Gene Colan ainda nem é melhor que o LWC, sendo ele o off-set.

Agora pense você que é defensor do execrável formato "mix": você pagaria R$23,90 numa revista mensal do Batman? Algumas encadernações da Panini estão dando a ideia de que o leitor tem a vantagem de ler uma fase longa, esperando menos para ler várias histórias e pagando somente pelo que querem ler, mas na prática está é pagando mais caro. ABRAM O OLHO!

Muitas das vantagens em comprar essas encadernações vão se perder, pois, com revistas como Astro City- Heróis Locais, já atingimos a marca dos R$28,90 (dentro do formato capa cartão e papel LWC). Daqui a pouco vamos pagar acima dos R$30,00 por um simples encadernado. Se tivermos mais séries longas como Fábulas, não vai ter bolso que aguente.

Não é preciso ser muito esperto para perceber que para cada tipo de revista, existe um equivalente que prova, através do preço ou da qualidade do acabamento, que as editoras brasileiras não seguem um padrão lógico. A único traço em comum que podemos observar é a malandragem usada para arrancar mais dinheiro do leitor. E notem que eu nem citei os livros de luxo! Esses aí são um verdadeiro atestado de insanidade mental e irresponsabilidade com o próprio dinheiro. Querem um conselho velho e confiável? Em tempos de dificuldade, a melhor arma para não ser feito de idiota é: pesquisa e muita cautela!












domingo, 10 de julho de 2016

A nova "Homem-de-Ferro" foi feita para agradar aos leitores descompensados


Por:Hds

Trazer uma boa equipe criativa para o herói não vai resolver nada para a Marvel, o que resolve mesmo é substituí-lo por uma adolescente negra. Agora vai!

Riri Williams é uma jovem negra que teve dificuldades na vida, mas que, dotada de inteligência acima da média, conseguiu uma vaga no MIT (Massachusetts Institute of Technology). Após ter chamado a atenção de um bilionário, receberá ajuda para construir sua própria armadura e passará a atuar como o novo homem-de-ferro. O novo título, que será escrito por Brian Bendis e desenhado por Mike Deodato e Stefano Caselli, vai começar do número 1.

Qualquer leitor com, pelo menos, dez anos de consumo de quadrinhos pode notar que notícias como esta não são incomuns. Já vimos o Doutor Octopus ocupar o corpo de Peter Parker, Gwen Stacy ganhar poderes de Spider-man, o Capitão América se aliar à Hydra entre outras ideias igualmente imbecis.
O fato de termos uma garota negra e com histórico de "dificuldades sociais" como: infância pobre ou problemas familiares substituindo um herói da Marvel é só mais uma nota de rodapé banal. O que importa esclarecer aqui é o motivo para isso acontecer.

Embora não tenha lido a revista (ela estreou agora nos EUA), a sinopse do quadrinho já me soa forçada. Mesmo que Bendis fundamente a origem da personagem de forma cabível, o fato dela ficar no lugar de Tony Stark não pode ser justificado de maneira convincente. Pois a ideia de tirar o personagem original de foco nunca dá certo. É claro que heróis sendo substituídos por outras pessoas é algo que já foi feito milhares de vezes, mas em todos os casos, esse truque poderia ser trocado por histórias bem escritas com o protagonista de origem e teríamos um bom resultado. Sem ter que apelar para mudanças esdrúxulas.

A Marvel anda cada vez mais preocupada em representar minorias em seus quadrinhos. O resultado prático disso? Personagens de terceira linha e histórias podres!

A editora Marvel, acima de qualquer outra nos EUA, está desesperada para fazer suas revistas venderem e entrega em bancas quadrinhos feitos para fazer média com minorias de todas as categorias que se pode imaginar. Tente compreender a falta de auto-estima e auto-comiseração patética que faz com que uma pessoa procure em hq's uma "representação", um vislumbre de aceitação que a faça se sentir melhor?

Dentro dessa mentalidade medíocre, se torna perfeitamente cabível que exista um padrão "aceitável" a ser estipulado e outro que deve ser banido por não "incluir" essas mesmas pessoas que acreditam que quadrinhos devem acolhê-los como babás.

Sendo assim, é producente que devamos ter heróis com décadas de história "convertidos" em: gays, travestis, negros, deficientes, pobres, asiáticos, mulheres, islâmicos, soro-positivos ou qualquer outro grupo que se considere pertencente à uma "minoria", sendo que, se juntarmos todas esses grupos, na verdade, teríamos A MAIORIA da população de muitos países no mundo! Trocar um herói com mais de um século de trabalhos e histórias emblemáticas já consagradas, por qualquer uma dessas figuras de terceira categoria não só seria preferível, como se tornou algo bem-visto e aplaudido pelos leitores inocentes! Agora sabe o que não pode? Ser homem e branco! Isso seria uma afronta para todos esses coitadinhos e injustiçados pela sociedade "patriarcal-neo-liberal-branca-de-elite-conservadora-coxinha".

É ridículo ver escritores como Grant Morrison (um dos maiores ícones da sanha "representativa" e militante de diversas causas inúteis) se achando um gênio dos quadrinhos por pensar que substituir indivíduos brancos por negros vai soar como a reinvenção da roda, quando, na verdade, essa ideia não só é velha, como já foi usada em milhões de outros casos! Sério mesmo? Basta trocar a cor de um personagem e você se torna um escritor de renome na indústria? É vergonhoso e sem sentido!


Pra quê ter uma equipe de peso, formada pelos melhores heróis da editora, se você pode ter um grupo de pés-rapados "representativos"?

Não bastasse ter de ler notícias de mudanças na cronologia ou nos personagens cada vez mais estúpidas e degradantes, ainda temos de aguentar anúncios de mega-sagas em linha de montagem. Cada uma delas apresentadas como o fim do mundo, de tão alarmantes e escandalosas. Uma pilha de lixo imprestável que toma tempo e dinheiro de leitores desavisados e de alguns experientes também.

E não adianta esperar que a situação mude por parte da Marvel, pois quando temos os próprios editores dela, como Tom Brevoort, dizendo que os personagens da editora deveriam ser mais como "ativistas" do que heróis e que eles devem passar uma "mensagem inclusiva", você já pode fazer um a ideia da lama em que eles estão atolados!

Um bom exemplo disso é o grupo dos USAvengers, liderados pelo brasileiro Roberto da Costa (mancha solar) e que conta com o risível elenco de figuras como: Hulk Vermelho (usando bermuda, óculos escuros), uma nova capitã América (negra, ai,ai... e vinda do futuro), uma mulher robô (ou algo parecido, quem se importa...), alguém que parece estar lá para entrar no lugar do homem-de-ferro ou do máquina de combate, que parece mais um elfo de cabelos roxos! Mas não se desespere por este grupo ser notoriamente inferior! Se as coisas ficarem feias ainda temos a "GAROTA ESQUILO" para salvar o dia!!! Êta grupelho fajuto, heim?

AH! Você é novo e não conhece esta formação? Não tem problema! Eu apresento a vocês: Os Verdadeiros Vingadores!!!

Essa nova Homem-de-Ferro não vai trazer nada de novo, na verdade, é só mais um desvio de assunto dos empresários e editores da Marvel que, para não ter firmeza na manutenção de uma cronologia decente, exigindo dos escritores histórias bem-escritas e impedindo-os de cometer cagadas com a biografia dos personagens, resolvem transformar o universo da editora num vale-tudo sem pé nem cabeça!

O que a Marvel, DC ou qualquer editora sem personalidade, que resolvesse seguir o exemplo das duas grandes deveriam fazer é: arrumar a casa de dentro pra fora. Os donos da editora deveriam manter a qualidade de suas propriedades intelectuais bem conservadas e apresentáveis. Os editores deveriam ter coragem de vetar histórias idiotas. Retcons, viagens no tempo que embaralham a cronologia e são usadas como recurso barato. Crossovers dispensáveis, mega-sagas toscas em sequência entre outras muletas usadas por escritores ruins. Os próprios roteiristas e artistas deveriam se esforçar para produzir o melhor de seus trabalhos, contribuindo com a mitologia de um determinado herói sem descaracterizá-la. Dessa maneira teríamos bons quadrinhos sendo feitos, sem que fossem usados como ferramentas para essa pagação de pau ideológica que não respeita a real função dos quadrinhos, que é a de entreter!

terça-feira, 5 de julho de 2016

Checklist Comentado: Junho de 2016

Checklist Comentado: Junho de 2016

Por; Hds

Neste mês de junho teremos uma boa leva de revistas de todas as linhas. Na Marvel e DC não há nenhum mega-evento em curso ainda. Pela Vertigo, como de costume, temos bons volumes lançados. Mangás de peso saindo nas bancas e muitos deles programados para daqui até o final do ano. Este mês está cheio, por isso vamos ao checklist de junho.


                                                                   

DuckTales - Os Caçadores de Aventuras: edição especial, formato 15,6x23cm, 384 páginas, capa dura e preço de R$ 59,90.



DuckTales é a série de animação mais popular da Disney. Estreou em 1987 e durou exatos 100 episódios (embora o SBT, que transmitiu o desenho, só mostrasse poucos e repetidos). Rendeu quatro temporadas e um longa metragem. 

A edição especial da Abril traz três histórias longas escolhidas entre as melhores da série. 

Em busca da número um tem roteiro de Marv Wolfman e desenhos de Cosme Quartieri, Rúben Torreiro, Carlos Valenti e Robert Bat.
A odisseia do ouro tem roteiros de Bob Langhans e desenhos de Quartieri, Bat e Valenti.
Legítimos donos tem roteiros de Warren Spector e desenhos José Massaroli e Leonel Castellani.

DuckTales é, na minha opinião, a melhor animação da Disney, porque tem características que dão condições para que se façam histórias criativas fora do ambiente comum de Patópolis. O que mais me chamava a atenção eram as constantes viagens e situações inusitadas em que os personagens se metiam. A Patrícia (Webbie, no original) era uma personagem "fofinha" sem ser enjoada e o Capitão Boeing era um palerma inútil mesmo...

Apesar da quantidade de páginas, o tamanho inferior ao "formato americano" (que talvez nem seja padrão nas hq's da Disney) e o preço alto afastam quem não acompanha somente materiais da empresa do Mickey.


Loving Dead 2 - Acidade de Albertville: formato 13,5x20,5cm, 100 páginas e preço de R$14,90.


Um vírus transformou quase toda a população humana em zumbis. O eletricista Alan e a modelo Lynnm, infectados, se conhecem e vivem um romance em meio à destruição. Resolvem viver sua relação mesmo com toda a deterioração física e seus efeitos. Pra piorar, ainda são perseguidos por assassinos de zumbis que promovem a desinfecção da população. A arte e os roteiros são de Stefano Raffaele

Desde o sucesso da série The Walking Dead os zumbis nunca estiveram tão em evidência como nos últimos anos. Neste meio tempo, a saga Crepúsculo também fez sua fama e influenciou negativamente os filmes e demais obras que mostravam figuras clássicas de terror.

Lobos, zumbis e vampiros começaram a se tornar extremamente melosos e românticos. Quando você vê um casal dentro de um inferno apocalíptico mais preocupado em trocar beijinhos do que em sobreviver, é porque a coisa desandou de vez!

Mesmo com dois volumes apenas, Loving Dead vai ser totalmente ignorada pela sua irrelevância na lista de lançamentos do mercado de quadrinhos brasileiro. Afinal de contas, mesmo que não a tenha lido, fica difícil dar uma chance à uma hq com uma trama tão ruim.

                                                                         
Carta 44 vol. 1 - Velocidade de Escape: formato 17x26cm, 160 páginas e preço ainda indefinido.


Escrita por Charles Soules e desenhada por Alberto Jiménez Albuquerque.

Stephen Blades acaba de ser eleito presidente dos EUA e planeja combater os males da nação como: guerra, crise econômica ou o sistema de saúde precário. Mas logo no início de seu governo, descobre que seu antecessor escondeu dados sobre uma raça alienígena descoberta em asteroides e manteve em segredo.

Agora, a humanidade sabe da verdade e como resposta envia uma expedição aos asteroides para investigar. Em meio à especulações, traições e jogos políticos, Stephen se torna o homem mais poderoso da terra.

Neste mês temos três lançamentos da editora que publica quadrinhos que "valem mais que barras de ouro": Carta 44, A Floresta e Criminosos do Sexo vol. 2. Dos quais o mais interessante é justamente Carta 44. Infelizmente, poucos quadrinhos de ficção são bem escritos ou ganham a devida atenção que este glorioso estilo merece. A sinopse deste aqui parece boa e tem potencial para prender a atenção. Notei que a edição teve o formato 17x26 ao invés do "formato Devir". Desta vez também não pude fazer nenhuma reclamação sobre o valor do encadernado, até porque ele não foi divulgado. Na próxima eu te pego dona Devir!
                                                                    
DC Comics Coleção de Graphic Novels - Mulher Maravilha - O Círculo: formato 17x26cm, 152 páginas e preço de R$39,90.


A ilha paraíso está sob ataque do Capitão Nazista e seu exército. A investida do vilão pode trazer à tona os segredos da princesa Diana e ainda ameaça acabar com ela.

A Mulher Maravilha nunca foi uma das personagens da DC com boas fases ao longo de sua história. Greg Potter e George Perez conseguiram elevar a qualidade de suas aventuras sem fazer-la perder sua essência, durante os anos 80. Mas não temos um caso como o do Demolidor, por exemplo, que chegou a ter uma sequência de bons roteiristas.

Ao constatar que esta fase é produzida por Gail Simone, não dá pra sentir lá muita empolgação. Simone é conhecida por ser uma feminista intransigente e deixa transparecer isso orgulhosamente em seus títulos. Como ponto alto mesmo, só temos os belos desenhos de Terry Dodson que "emula" o traço de Frank Cho e consegue ilustrar mulheres lindas. É isso mesmo! Ainda não conseguiram incluir o ato de admirar mulheres bonitas em ilustrações entre os pecados capitais, a despeito da militância chata de Gail Simone e da turma do politicamente correto!

DC Coleção de Graphic Novels - Superman - Brainiac: formato 17x26cm, 152 páginas, capa dura e preço de R$44,90.


A terra começa a sofrer ataques de sondas alienígenas e o Superman descobre que elas foram enviadas por Brainiac. Mas quando parte para o espaço no encalço de seu inimigo, descobre que o vilão que conhecia é na verdade bem diferente do que vinha enfrentando.

Esta história escrita por Geof Johns mostra um confronto do personagem com seu antigo vilão como se fosse a primeira vez que o enfrenta. Uma história bem escrita e desenhada por Gary Frank, que tem um traço detalhado e bonito. Apesar de algumas expressões ficarem esquisitas. Vale a compra, principalmente se você é daqueles que consegue enxergar o valor de um personagem como o Superman. Mas procure pela versão da Panini que custa R$25,90 e não esta da Eaglemoss que enfia uma facada de R$44,99. Uma total falta de noção da real situação dos nossos bolsos em dias como os atuais!

DC Comics Coleção de Graphic Novels - LJA - O Prego: formato 17x26cm, 152 páginas, capa dura e preço de R$44,99.


Um simples prego no lugar errado pode mudar todo o futuro da humanidade? Nesta história escrita e desenhada por Alan Davis, veremos o que aconteceria se Martha e Jonathan desistissem de sair de carro, justo no dia em que encontrariam um bebê chamado Kal-El no meio de uma cena de desastre da queda de uma nave. Com isso, ficamos sabendo que  tudo mudou daquele ponto em diante.

Vale lembrar que a Mythos já publicou esta história dividida em três partes com o ridículo título de: Liga da Justiça - The Nail - O prego. Vai entender a estupidez dessa gente da Mythos...

Uma premissa interessante, nas mãos de um bom desenhista e roteirista com poucas narrativas no seu currículo. Não cheguei a ler esta trama, mas parece realmente algo saído do Elseworlds da DC (que aqui no Brasil foi chamado de "Túnel do tempo". Não vou dizer que vale só pelo desenho, apesar de gostar muito da arte de Davis, pois é preciso julgar o revista pelo todo que ela apresenta. Mas não é nada que uma boa pesquisa antes da compra não resolva.

DC Comics Coleção de Graphic Novels - Os Novos Titãs - O Contrato de Judas: formato 17x26cm, 152 páginas, capa dura e preço de R$44,99.


Neste arco em quatro partes Marv Wolfman e George Perez contam uma das histórias mais marcantes dos Titãs. Existe alguém no grupo que pretende trair os heróis e entregá-los aos seus inimigos. Slade Wilson (o exterminador) assume a missão dada à seu filho que falhou em eliminar os Titãs. Agora os mesmos cientistas da COLMÉIA, que contrataram seu filho planejam estudar suas fraquezas e  matar o grupo de heróis desta vez.

Nos anos 80 era comum ver roteiros de qualidade enregues por escritores de linha como John Byrne, Peter David ou Roger  Stern. Antes da chamada "invasão britânica", roteiristas de títulos mensais da DC e Marvel mantinham o nível das histórias num excelente patamar.

O Contrato de Judas é uma dessas histórias. Marv Wolfman já dava sinal de sua habilidade narrativa para prender o leitor antes de Crise nas Infinitas Terras. Traição, mortes, confrontos violentos e como destaque a origem do Exterminador. Uma boa história de relevância na biografia dos Novos Titâs. O problema aqui, como citei anteriormente, são os preços estúpidos que a Eaglemoss está cobrando pelos seus encadernados. Simplesmente não vale a pena! Espere a Panini tomar vergonha e começar a lançar mais fases clássicas da DC.


The Walking Dead nº40: formato 17x26cm, 32 páginas, mensal e preço de R$6,90.


Mais uma vez agradeço a editoras toscas como a HQM por não divulgarem a sinopse do quadrinho, dificultando meu trabalho. É sério, por que diabo as editoras brasileiras não colocam o resumo do título mensal que publicam em seus sites? Qual é a maldita dificuldade que elas têm? Afinal elas põem as mãos na revista para trabalhá-la antes de todo mundo. Os editores não sabem do que se trata a edição?

Bem, vamos ao título então.

A editora HQM aproveitou que o tema de zumbis e "voltou dos mortos" depois de um esquisito hiato. Nos EUA, Walking Dead já passa dos 160 números e acredito que é preciso ser bem corajoso para comprar as edições mensais da HQM. Mesmo se alguém pagasse por cada uma das 40 edições o preço inicial de R$3,90, ao final "só" teria gasto R$156,00. Quanto que os 7 encadernados que atingem a casa das mesmas 40 edições, ao todo, custariam R$224,30. Imagine agora quanto você terá pago por uma coleção completa (sabendo-se lá quando ela vai terminar) de revistas finas? Sem falar na chance de cancelamento. Duvida? Eu não arriscaria. Tudo isso para ter uma pilha de edições fragmentadas que te dará um trabalho miserável para organizar. Não sei quanto aos leitores desse formato, mas eu pularia fora agora mesmo!


Anohana nº1: formato 13,5,x20,5cm, bimestral, 216 páginas e preço de R$14,90.


Jinta Yadomi tinha o grupo Super Space Busters quando criança e era chamado de "Jintam". Quando Menma, uma garota do grupo, morre num acidente. Jinta desfaz a amizade com seus colegas e se afasta completamente devido ao trauma. Depois de algum tempo Menma surge para Jinta em forma de fantasma para resolver assuntos pendentes.

Mais um mangá da JBC estreando nas bancas. Desta vez um de curta duração, como foi o caso de All You Need is Kill. A história terá somente três volumes. Confesso que não faz o meu tipo de quadrinho, mas acho boa a iniciativa da editora de lançar materiais curtos. Isso ajuda a diferenciar das demais.
Tex Graphic Novel º2 Fronteira!: formato 20,5x27,5cm, 48 páginas e preço de R$29,90.


Nesta edição, Tex vai ajudar uma francesa chamada Blanche Denoel a libertar um prisioneiro da famosa prisão mexicana Fronteira com o intuito de ajudá-lo num ato de vingança.

Temos o segundo volume de Tex Graphic Novel com roteiros de Mauro Boselli e arte de Mario Alberti, famoso pela série Nathan Never. Não posso supôr se este volume é tão promissor quanto o anterior, mas a ideia de trazer sempre autores variados vai render coisa boa. Neste mês a Mythos trouxe novamente um encadernado bonito e com preço cabível para os admiradores do cowboy de camisa amarela. Ponto para a editora.

 Teria sido melhor se ela tivesse feito o mesmo com As Crônicas de Conan e publicado com o mesmo padrão. Ao invés disso, nos "presenteou" com uma série de livros caros que torna impossível apreciar a saga de Roy Thomas e cia. Ao menos esta coleção não foi afetada pelo "fator mythos".


                                                         

Cavaleiro das Trevas III - Raça Superior nº3: série em 8 edições, formato 17x26cm, 36 páginas e preço de R$9,90.


A jovem "Batman" é capturada pela polícia de Gotham e a verdade sobre o verdadeiro Batman finalmente surge. Na Fortaleza da Solidão, o Átomo tenta libertar os habitantes da cidade encolhida de Kandor. Esse ato terá consequências desastrosas. Escrita por Frank Miller e Brian Azzarello e desenhada por Andy Kubert.

DK3 entra numa ordem de eventos que culmina com a libertação dos Kandorianos. Acredito que essa seja uma história interessante, é claro, não se pode esperar a qualidade do DK original. Mas Miller conseguiu, de entrada, dar uma trollada na DC e expressar suas opiniões contrárias à própria política predominante nas editoras: o multiculturalismo politicamente correto. Estou ansioso para ler esse quadrinho, mas não sou idiota de dar, pela soma, R$80,00 em oito revistinhas mirradas. Espero pacientemente por um encadernado...

Authority vol. 2: 17x26cm, 204 páginas e preço de R$26,90.


Tivemos um intervalo bem longo desde a primeira edição, mas Authority, pela Panini, vai seguir o mesmo caminho que outras séries que comeram o pão que o diabo amassou nas mãos de editoras incompetentes para serem concluídas no Brasil. E nada de mega-encadernados de luxo, preços extorsivos e outras mazelas que só emperram a publicação. Roteiros de Mark Millar Warren Ellis e desenhos de Frank Quitely e Brian hitch.



Homem-Animal - Nascido para ser Selvagem: formato 17x26cm, 164 páginas e preço de R$24,90.


Buddy Baker acorda de um coma e percebe mudanças de personalidade na sua mulher, sua filha não o reconhece, ele próprio anda tendo atitudes animalescas e coisas estranhas andam acontecendo à sua volta. Pra piorar vai topar com figuras bizarras como Nowhere Man e será manipulado mentalmente até conseguir descobrir o que está acontecendo. Roteiros de Peter Milligan e desenhos de Chaz Truog e Steve Dillon.

Neste arco em seis partes, Peter Milligan tenta manter o ritmo das aventuras insólitas da fase de Grant Morrison. A história deixa o leitor perdido nos primeiros números e envolve teorias de física quântica, realidades alternativas e eventos temporais. Tudo no mesmo lugar! Li a revista e posso afirmar que Milligan se esforçou bastante para manter o nível da fase anterior, mas não teve a mesma desenvoltura. Até os desenhos de Chaz Truog, que nunca caíram de qualidade durante a saga de Grant deram uma derrapada feia! Se você gosta da fase do careca escocês, pode deixar passar esta aqui. Não chega a ser ruim, mas também não chega a impressionar.

Os Invisíveis vol. 7 - Satãpestade: formato 17x26cm, 148 páginas e preço de R$23,90.


Continua a luta dos invisíveis para impedir os Arcontes de dominar eternamente a raça humana.

Satãpestade é um dos volumes mais legíveis da série até agora. É possível entender este volume sem grandes esforços e nele percebemos que Grant Morrison planeja amarrar as pontas no volume posterior. O fato do encadernado ser quase todo desenhado por um só artista também ajuda a criar uma coesão para as histórias. Mesmo que a série não seja das mais fáceis e abertas ao leitor de quadrinhos comum, os invisíveis tem qualidade para que se leia com atenção uma segunda vez e quem sabe assim, entender de forma mais clara o roteiro. Ela acaba de entrar na reta final.

Shade - O Homem-Mutável - O Limite da Visão: formato 17x26cm, 196 páginas e preço de R$25,90.



Depois de sobreviverem ao Grito Americano Shade e Kathy são atraidos para Nova York e São Francisco, onde acontecem eventos psicóticos que ameaçam romper com a realidade. Um inimigo aparece para ameaçar Shade.

Esta revista também ficará devendo uma qualidade de impressão melhor no futuro. Assim como A Saga do Monstro do Pântano, que teve um tratamento porco pela Panini. As histórias de Peter Milligan no herói são promissoras e fogem do padrão da Vertigo que se via naquela época e hoje em dia também. Que venham mais volumes.

Patrulha do Destino - Rua Paraíso Abaixo: 17x26cm, 196 páginas e preço de R$25,90.

 
                                                             
A Patrulha do Destino está para enfrentar as Forças da Normalidade, a transformação de um membro da equipe e uma viagem pelo tempo e espaço para unir lados opostos numa guerra alienígena. Forças sinistras começam a voltar sua atenção para a patrulha. Roteiros de Grant Morrison e desenhos de Richard Case.

A Irmandade Dada talvez não tenha sido o pior tipo de inimigo que a patrulha terá que pegar pela frente. Trata-se de outra série que merecia um tratamento mais digno. Papel pisa-brite é descer o nível da qualidade de uma fase como essa. A história continua boa e só tende a ficar cada vez mais bizarra e interessante. Que venham mais encadernados!

                                                                    




Demolidor vol. 11: formato 17x26cm, 148 páginas e preço de R$21,90.


A última edição da fase de Mark Waid no herói. Neste volume temos uma visita ao passado de Matt e uma biografia sua é escrita por Foggy Nelson. Detalhes do Demolidor são revelados e uma união com o Rei do Crime pode gerar situações inesperadas.

A longa fase de Waid no personagem rendeu uma mudança muito  bem-vinda; a visão de que Matt Murdock é um ser humano e precisa seguir em frente. Não se deixando deter pelos dramas e tragédias do passado, o demolidor encarou cada um de seus problemas com serenidade e até mesmo bom-humor. Poderia até dar umas aulas a um certo cruzado de capa que vive se lamuriando pela morte de seus entes queridos...

Não tenha dúvida de que essa passagem do roteirista de O Reino do Amanhã vai constar entre as mais queridas do diabo da cozinha do inferno.

O Imortal Punho de Ferro - A Última História do Punho de Ferro: formato 17x26cm, 148 páginas e preço de R$22,90.



Danny Rand herdou uma empresa milionária que fechará um contrato com o governo chinês. Mas não é somente o governo que está de olho em sua tecnologia, mas também a Hidra. Ainda, o antecessor de Rand volta para lhe ensinar sobre o legado daquele que se torna o Punho de Ferro.

Se existe um roteirista que consegue entregar uma boa história sobre heróis suburbanos hoje, este é Ed Brubaker. Sua fase no Capitão virou material para os filmes, a fase do Demolidor é aguardada em encadernados com ansiedade pelos leitores do personagem e seu Punho de Ferro não deve ficar pra traz. Trata-se de um arco de apenas seis edições, mas com certeza merece uma pesquisa para avaliar a aquisição.

                                                                                                   

     


                          
Vagabond nº5: mensal, formato 13,7x20cm, 232 páginas e preço de R$17,90.


Musashi chega ao templo Hozoin e pela primeira vez na vida, precisa enfrentar seus medos diante da técnica esmagadora da lança de Inshun, o mestre sucessor do local.

Vagabond continua sabendo dosar as cenas de lutas e repouso muito bem. Nunca deixando o leitor entediado. Ilustrações maravilhosas e ricamente detalhadas prendem sua atenção, deixando-o ávido pelo próximo volume. É, de longe, o melhor mangá em bancas atualmente.

Vinland Saga nº15: bimestral, formato 13,7x20cm, 200 páginas e preço de R$13,90.


Thorfinn deixou para trás sua vida de escravo. Ao retornar para sua família, ele vai ter que se adaptar à sua nova vida de homem livre, já que planeja com seus parentes e amigos conseguir recursos para viajar até Vinland. Para isso terá que recorrer ao empréstimo de Halfdan, mas essa pode não ser uma boa ideia.

Confesso que desde a fase escravo de Thorfinn, eu não pude ignorar a queda de qualidade de Vinland Saga. A história não é ruim, mas a falta de ação e de figuras como Askeladd e Thorkell deixa o mangá bem mais arrastado. Tenho a impressão que esse Thorfinn "pacifista" e "emotivo" vai acabar caindo na real. Sendo assim, espero que a série acabe não tendo um final anti-climático. Seja lá quando ela for chegar!

Estes foram os quadrinhos do checklist de junho, até o próximo mês!

Fontes: Universo HQ, Guia dos Qudrinhos e Site Oficial Panini.



















sexta-feira, 1 de julho de 2016

Lançamentos e republicações anunciadas na 22º Fest Comix

Lançamentos e Republicações anunciadas na 22º Fest Comix 

Por:Hds



Nos dias 17, 18 e 19 deste mês aconteceu a 22º edição da Fest Comix, feira de quadrinhos voltada para compradores e colecionadores de HQ's. O evento contou com a presença de convidados como: Luke Ross (Luciano Queiróz), Danilo Beyruth e Ivan Reis.

O destaque entre as editoras foi a Panini, que trouxe anúncios de títulos dos mais variados. Vamos ver o resultado:

Panini-DC

Cavaleiro das Trevas: A Última Cruzada. Aproveitando a presença de DK3, já nas bancas, foi mencionado o prequel da série original. A Última Cruzada mostrará o que motivou Bruce Wayne a largar o vigilantismo. A história se passa 10 anos antes de Cavaleiro das Trevas original e contará o que aconteceu com Jason Todd. Também estarão nela a Hera Venenosa, Mulher Gato, Coringa e o Robin. Os roteiros serão de Frank Miller e Brian Azzarello, a mesma dupla de DK3 The Master Race.


Batman e Robin Eterno. Será quinzenal e terá duas histórias por edição. Os roteiros serão de Scott Snyder, James Tynion, Tim Seeley, Genevieve Valentine, Steve Orlando, Ed Brisson, Jackson Lanzing e Colin Kelly. Os desenhos de Tony Daniel, Paul Pelletier e Scot Eaton.


Ainda teremos mais encadernados em capa dura dos novos 52 como:

Liga da Justiça vol. 2, Superman de George Perez, Esquadrão Suicida e Aquaman vol. 2.
Pelos novos 52, ainda temos a chance de sair O Monstro do Pântano, Homem-Animal e a fase do Arqueiro Verde de Jeff LemireRebirth só vai sair em 2017 mesmo.


Panini Vertigo

Tom Strong. A série inteira será lançada em quatro volumes ainda neste ano. Astro City. Vai ter dois encadernados: um com histórias da fase original e outro da fase pertencente à Vertigo. Também foi anunciado o retorno de Kid Eternidade, de Grant Morrison. São 18 anos desde que foi publicada pela primeira vez pela falecida editora Metal Pesado.


Panini Marvel

Guerras Secretas. Ela foi o principal destaque das palestras da Panini sobre o que vai sair pela Marvel. A nova saga chega em julho e dura até novembro. Será quinzenal e na forma de especiais e minissérie, substituindo as revistas normais.


All-New All-Different Marvel. O início da saga posterior à guerras secretas virá logo no final de novembro. O plano da editora é priorizar as encadernações na escolha do formato.


Elektra. A personagem ganha um encadernado escrito por W. Haden Blackman e desenhado Michael Del Mundo, o primeiro da "Totalmente Nova Marvel".


Aranhaverso. Continua após guerras secretas e pode se tornar mensal.

Supercrooks. Escrita por Mark Millar e desenhada por Leinil Francis Yu.


Esses foram os principais anúncios da Panini no evento. Temos coisas boas, previsíveis e ruins para sair até o final do ano, mas boa parte delas são novas e não republicações. Isso é um ponto positivo! Até as próximas notícias.

Fonte: UniversoHQ.